Estudos recentes associam partículas de fumaça de incêndios florestais a cerca de 17.000 AVCs anuais em idosos, enquanto alertas sobre privação de sono, microplásticos e uso de álcool revelam impactos neurocognitivos e oncológicos relevantes. Paralelamente, avanços em modelos preditivos para antidepressivos suscitam exigências de transparência e amostras robustas, ao passo que vieses algorítmicos podem ampliar desigualdades.
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