Estudos de larga escala associam o cronotipo notívago e o sono insuficiente a comportamentos que agravam o risco cardiovascular, enquanto um ponto de inflexão aos 35 anos em homens reforça a triagem precoce. Meta‑análises e ensaios indicam soluções práticas — de nutrientes que melhoram a qualidade do sono a intervenções adaptadas em saúde mental — e abrem caminho para terapias programáveis controladas por cafeína. Em paralelo, a linguagem e a riqueza do ambiente social emergem como biomarcadores e alavancas de prevenção cognitiva.
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